terça-feira, 26 de novembro de 2013

Conheça três aplicativos gratuitos para ajudar na aprendizagem de crianças com deficiência

Aqui serão citados três aplicativos que podem auxiliar os professores no trabalho com alunos com necessidades educacionais especiais.
Aramumo
Criado por dois alunos do Instituto Tecnológico da Aeronáutica, o jogo venceu desafio promovido pelo Instituto ABCD para auxiliar na educação de jovens e crianças com problemas de dislexia e outros distúrbios que afetam a aprendizagem.
COMO FUNCIONA:  O Aramumo se assemelha às palavras cruzadas. Só que em vez de letras avulsas, o jogador deve utilizar sílabas para formar palavras. Funciona assim: o jogador ouve uma série de palavras e deve encaixar as sílabas que aparecem flutuando na tela dentro de bolhas para formar palavras no tabuleiro virtual.
POR QUE É INTERESSANTE? Possui interface simples  e atraente, estimula o raciocínio e possibilita que os alunos ampliem o vocabulário.
PLATAFORMA: Android
ONDE BAIXAR:  Google play
aramumo
ProDeaf
O aplicativo que traduz a fala (em português) para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) chega à sua segunda versão trazendo nova interface, navegação mais amigável pelos verbetes do dicionário, além da ampliação do “vocabulário” de gestos em Libras.
COMO FUNCIONA: O usuário pode inserir palavras ou pequenas frases em texto ou pelo dispositivo de reconhecimento de voz do celular e visualizar automaticamente a tradução para Libras.
POR QUE É INTERESSANTE? Facilita o aprendizado de Libras,  amplia as possibilidades de comunicação entre surdos e não-surdos e difunde o uso desta linguagem para um público mais amplo.
PLATAFORMAS: Anndriod, iOS e Windows Phone 8
ONDE BAIXAR:  www.prodeaf.net/downloadprodeaf
Que-fala!
Aplicativo destinado a facilitar a comunicação de pessoas com deficiências que afetem a fala.
COMO FUNCIONA: O aplicativo oferece uma série de ilustrações identificadas por palavras escritas e em áudio. O usuário seleciona figuras que correspondam ao que ele quer dizer e pode até montar pequenas frases.
POR QUE É INTERESSANTE? Possibilita que o aluno se comunique diretamente com qualquer pessoa, sem a necessidade de intermediários.
PLATAFORMAS: Android
ONDE BAIXARGoogle play
que-fala

Fonte: Revista Escola Abril

Aplicativo desenvolvido no Amazonas deve auxiliar pessoas com deficiência auditiva no Enem

‘Software funcionará como complemento para o Ensino Médio’, diz estudiosa. Projeto receberá recurso da Fapeam em torno de R$ 295 mil.

O projeto de pesquisa intitulado ‘Enem Interativo – Software Aplicativo com Acessibilidade’, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), desenvolve um software capaz de auxiliar alunos com deficiência auditiva nas salas de aula.

Conforme edital, prazo para execução do projeto é de 12 meses 
(Foto: Divulgação/Assessoria Fapeam)
De acordo com a pesquisadora Cristiane Garcia, o instrumento funcionará como uma fonte complementar de estudo para o Ensino Médio, somando-se ao material didático convencional utilizado durante as aulas. “Esse aplicativo será um apoio para o professor, que com a lei da inclusão passou a receber estudantes com deficiência visual e auditiva, podendo vivenciar melhor as necessidades de seus alunos. A iniciativa também se apresenta como material de apoio para professores que atuam nas salas de atendimento educacional especializado”, relatou.
Conforme o edital, o prazo para execução do projeto é de 12 meses. No total, ele irá receber por meio da Fapeam um recurso em torno de R$ 295 mil em forma de bolsas e auxílio-pesquisa.
Segundo a pesquisadora, a ideia do projeto surgiu quando ela atuava como coordenadora técnica e diretora audiovisual do projeto Aprovar, o pré-vestibular à distância da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que tinha como finalidade possibilitar aos alunos, oriundos da escola pública, concorrer às vagas nas universidades federais em condições de igualdade com outros estudantes.
“Durante os encontros presenciais com os alunos que acompanhavam as aulas por meio do rádio, televisão e material impresso, foi possível observar que apenas os deficientes visuais se beneficiavam do projeto, escutando as aulas em áudio e lendo apostilas em Braille. Nestes eventos, também observei que havia a absoluta ausência de estudantes com deficiência auditiva, uma vez que o projeto não contemplava tradução das aulas para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) durante as aulas de vídeo ou no material didático complementar. Estes aspectos fizeram surgir a necessidade deste aplicativo no processo de aprendizagem”, completou Cristiane Garcia.
Fonte: G1 Amazonas